Gustavo sentiu uma sensação ruim se espalhando pelo seu coração.
Na Cidade A, pessoas com o sobrenome Mendes eram poucas, praticamente contáveis nos dedos de uma mão.
E alguém chamado de “Sr. Mendes” só poderia ser seu tio, Bruno.
A porta da sala de interrogatório abriu-se novamente.
E, como Gustavo temia, quem entrou foi Bruno.
Vestindo uma camisa branca abotoada até o colarinho, colete cinza e calças pretas que destacavam suas longas pernas, Bruno exalava elegância.
Seus traços eram