Nicolas dirigia em silêncio, as mãos firmes no volante, enquanto eu encarava a paisagem noturna através da janela. Depois de tudo que aconteceu, ele insistiu em me tirar dali. Disse que eu precisava comer algo, esfriar a cabeça. Eu queria recusar, dizer que estava bem, mas a verdade era que a adrenalina ainda corria pelo meu corpo, e ficar sozinha com meus pensamentos parecia uma péssima ideia.
Estacionamos em um restaurante discreto, mas sofisticado, com luzes baixas e uma atmosfera acolhedora