"Gabriele"
Eu havia tomado o café da manhã com o Mauro, que me ofereceu um milhão de desculpas pelo dia anterior, mas no final não explicou nada, se limitou a dizer que a clínica voltaria a funcionar apenas na semana seguinte. E como eu não estaria em Cancun na semana seguinte e ele muito menos, ele me deu um cartão e disse que adoraria me encontrar para um almoço quando estivéssemos em casa.
A verdade é que o Mauro tinha sido muito gentil e atencioso comigo, o que era inesperado, afinal não havia a menor sugestão de segundas intenções, era apenas como se tivéssemos nos dado bem.
- Carrapato, o que foi que o Dr. Romeu te disse? - Eu perguntei de novo, enquanto observávamos de longe a clínica.
- Disse que com a sua confirmação e as fotos, os irmãos mãos leves serão presos. - O Matheus repetiu.
- Mas cadê essa polícia que ainda não apareceu? - Eu perguntei ansiosa.
Não demorou muito para que um caminhão estacionasse em frente a clínica e homens uniformizados descecem para serem recebi