"Eva"
Depois que saímos do hospital, o José Miguel me levou para a casa da minha mãe, mas só para que ela visse que eu estava bem, e depois do jantar nós fomos para o apart.
A paciência dele parecia infinita. Ele não saiu do lado da cama do hospital até que eu recebi a alta, esteve atento a mim e a cada necessidade minha o tempo inteiro, segurou a minha mão e me ofereceu os sorrisos mais doces. Ele teve a consideração de me levar até a casa da minha mãe sem que eu precisasse dizer nada, mas também não abriu mão de cuidar de mim. E quando chegamos ao apart ele entrou no chuveiro comigo e me deu banho como se eu fosse muito preciosa e devesse ser cuidada com muito zelo.
- Como você está se sentindo? - Ele perguntou baixinho quando nos deitamos e ele me puxou para os seus braços.
- Cansada. - Eu confessei. - Eu poderia ter ficado em casa, você não precisa ter tanto trabalho cuidando de mim.
- Que trabalho, amorzinho? Cuidar de você não é trabalho, é um prazer e é algo que eu quero e gos