"José Miguel"
O Clima na casa do Matheus era festivo, risos e brincadeiras ecoavam pela casa e retumbavam no meu coração num contraste de como tinha sido nos dias anteriores. Mas enquanto a Eva ria com o Enzo e a Gabriele o Matheus me fez um sinal e eu o acompanhei para o jardim.
- Já está cansado do barulho no seu santuário? - Eu sorri ao alcançá-lo no jardim.
- Eu adoro o som de vocês no meu santuário! - Ele sorriu. - Especialmente os gemidos da minha Peste. - Ele fechou os olhos e virou a cabeça para cima, soltando um grande suspiro. - Parece que ela foi feita para este lugar. Para mim. Escuta o que eu estou te dizendo, Rossi, essa Peste delícia vai ser a minha perdição.
- Talvez ela te tire da perdição. - Eu brinquei e ele riu.
- É exatamente esse o problema, ela me colocando na linha. - Ele bateu a mão nas minhas costas. - Rossi, eu estava olhando aquele caderninho da Carmem. - Ele ficou sério de repente.
- É? E o que tem lá de tão assombroso?
- Nomes, dados bancários, telefone