O caos reinava na câmara. As sombras de Naaldlooyee serpenteavam como víboras famintas, envolvendo Tupã em um redemoinho de escuridão que parecia sugar não apenas sua força, mas também qualquer traço de esperança. O ar estava pesado, sufocante. Cada respiração era uma batalha, cada movimento, uma luta contra um oceano invisível que tentava tragá-lo.
E, mesmo assim, no fundo de sua mente, entre os ruídos ensurdecedores da escuridão e a dor que atravessava seu corpo como lâminas, havia algo: um f