Em um sonho trespassado por sombras, Donaldo via-se imerso em um bosque de murmúrios antigos. Entre os esqueletos retorcidos das árvores, um vulto mascarado dançava, seus gestos tão fluidos quanto sinistros — um arauto do caos ou espectro de algum abissal delírio. A noite, outrora silenciosa, era rasgada por uma escuridão pulsante, lampejante, como se o próprio abismo cuspisse fagulhas de trevas.
E então... movimento. Um borrão fugidio, nascido das entranhas das sombras, desprendia-se como um