As noites no forte eram longas, geladas e opressivas, mas Yara via-se convencida de que não estava sozinha. Mesmo nas sombras escuras da prisão, ela sentia a presença de Tupã — não fisicamente, mas como um sussurro em seu espírito. O amor que os conectava era como uma corrente invisível, que a cada batida de seus corações pulsava com esperança e resistência. No entanto, as correntes que prendiam seus corpos eram reais, e a realidade de seu cativeiro ficava mais dura a cada dia.
Yara sabia que se