Capítulo onze

Desirée

Helena entra.

Eu faço um café para nós.

– Não é tão bom quanto o da cafeteria, mas eu me esforcei.

– Está maravilhoso – ela diz apoiada no balcão.

Ela se aproxima, chega bem perto do meu rosto. Por um segundo achei que fosse me beijar. Mas ela passa o dedo na minha bochecha.

– Tinha tinta verde no seu rosto – diz Helena.

– Ah! Isso sempre acontece! Helena, queria te perguntar uma coisa. É pessoal, posso?

Ela acena com a cabeça que sim.

– Você tem alguém?

Ela arregala os olhos instantan
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