O som do tiro ainda ressoava na minha cabeça, como um eco interminável que se recusava a desaparecer. Meus dedos ainda estavam trêmulos ao redor da arma, e meu coração martelava tão forte que eu sentia cada batida reverberando pelo meu corpo.
O homem à minha frente estava morto.
Eu o matei.
Minha respiração ficou irregular. O mundo ao meu redor parecia embaçado, como se tudo estivesse acontecendo embaixo d’água. O olhar de Leonardo estava sobre mim, mas eu não conseguia encará-lo. Nem a ele, ne