O primeiro tiro ecoou pelo galpão como um trovão, seguido por uma explosão de caos. Leonardo me puxou para trás, protegendo-me com seu corpo enquanto sacava a arma e atirava contra os homens de Stefano. Lorenzo e Marco dispararam ao nosso lado, avançando entre as sombras e o barulho ensurdecedor dos disparos.
Meu coração martelava no peito, a adrenalina correndo por minhas veias. O cheiro de pólvora e ferrugem enchia o ar, tornando minha respiração pesada. O medo tentava me dominar, mas algo de