Isabela
Ele gargalhou novamente dizendo que só lembrava de uma buceta bem apertada e disse estar drogado, nem lembrava de nada. Mandou a governanta levar a criança assustada, deu um olhar de socorro e era evidente que tinha medo dele.
— Vamos beber? — ele disse, pegando duas taças e colocando vinho. Digo que não, mas ele range os dentes e me fez beber à força.
— Foi nesse tapete que matei a minha esposa e a mancha do sangue dela ainda não saiu, nesse círculo em que você está pisando.
— Ela era