A ambulância chegou em minutos, mas para Robert, parecia uma eternidade. Ele subiu com ela, segurando sua mão o tempo inteiro, mesmo quando ela não mais reagia.
No hospital, as portas se fecharam à sua frente. Ele ficou de pé no corredor branco e gelado, coberto de sangue, as mãos sujas, o rosto sujo de lágrimas.
Horas depois, já sentado, a cabeça entre as mãos, sentiu um toque no ombro.
Era Suzy. Pálida, trêmula.
— Robert... ela vai...
Ele não respondeu. Só olhou para a porta do centro cirúrg