Inês estava no centro do ringue, com a cabeça levemente baixa, olhando para as mãos cobertas de sangue, finalmente sentindo algum alívio em seu coração.
De fato, apenas essa forma de desabafo poderia acalmar seus sentimentos turbulentos.
Inês estava pronta para deixar o ringue.
Mas de repente, uma enxurrada de pétalas de rosa começou a cair sobre sua cabeça.
- Helena, eu te amo. Case-se comigo!
Era uma voz familiar, com falas familiares. A cena familiar reapareceu diante dos olhos de Inês.
Nun