“Inês, você merece morrer! Dói? Deve doer, pois comparado ao que você fez com nosso filho, isso é insignificante! Esta é a sua punição, Inês, suporte com firmeza!”
A voz do homem, semelhante à de um demônio, ressoava incessantemente em seus ouvidos.
- Não!
Inês se debatia, despertando de um pesadelo, respirando pesadamente, com as costas banhadas em suor frio.
Ela resistiu à dor e ao desconforto físico, se sentando devagar, olhando ao redor, e percebeu estar sozinha no quarto.
Se recordando dos