A noite estava escura como breu.
O silêncio ao redor era profundo, interrompido apenas pelo tique-taque insistente de um relógio de parede.
Inês abriu os olhos e se viu em um quarto familiar.
“Onde estou? Minha cabeça está girando!”
Ela esfregou a cabeça, ainda tonta, e lentamente se sentou, se apoiando nos braços.
- Acordou.
A voz baixa e profunda de um homem ecoou de um canto, carregando um toque de frieza.
Inês se enrijeceu e olhou na direção do som, vendo um homem sentado numa poltrona no ca