POV’s Laura
06:30 AM.
Abro os braços lentamente. A claridade que reflete incomoda as minhas pupilas. Vagueio a mão do meu lado, e encontro o lugar vazio da cama.
Suspiro fundo, batendo uma insegurança dele ter ser arrependido. Até que escuto o barulho da porta se abrindo:
— Bom dia!
— Arthur.— abro um sorriso.
O mais velho adentra, com o rosto tão feliz. Em suas mãos, há uma bandeja. Recebo, me sentindo tão paparicada.
— Não precisava preparar tudo isso— observo.
—Você merece.— diz, com tom um