- Pedro? – Ficou ruborizada.
- Desculpe, mas é impossível não parar para admirá-la! – Sorri, ainda de braços cruzados.
Clara sorriu e correu na minha direção, pulando no meu colo, forçando-me a segurá-la pelos quadris enquanto tomava meus lábios, em desespero pela minha língua.
Se ela soubesse o quanto contei os minutos para senti-la daquele jeito... Apertar sua pele entre meus dedos, sentir seu gosto, o toque doce e suave de sua língua, o cheiro de xampu que emanava de seus cabelos recém lavad