23. Matando a Saudade
Adam não conseguiu esperar chegar ao meu apartamento.
Assim que estacionou, segurou meu rosto com urgência e me beijou como se o mundo tivesse parado. Minhas mãos percorreram seu corpo com a, mesma fome. Abri os olhos por um instante e vi o quanto ele estava entregue àquele momento — tenso, ansioso, necessitado.
— Ester senta no meu colo.
— Adam… espera a gente subir.
— Eu não aguento mais. E esse vestido… — ele sorriu de canto — …está praticamente me implorando para ser tirado.
Seus