18. A Bebedeira

Quando saí do apartamento de Daniel — ou melhor, do apartamento de Adam — pedi ao motorista que parasse em uma loja de conveniência. Comprei uma garrafa de vinho e segui para casa.

Depois de um banho demorado, me joguei no sofá. Abri o vinho e fui bebendo devagar, pensando em Adam, na falta que ele me fazia, na saudade que apertava o peito. A carência é perigosa, pensei. Para mim… e para ele também. Imaginei se Adam não estaria passando pelo mesmo, sozinho do outro lado do oceano.

A garrafa
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