Beatriz estava cheia de ressentimentos contra Bruna. Ela não hesitou em arrancar cabelos e dar tapas, sem nenhuma cortesia. Bruna, com sua mobilidade reduzida, não tinha forças para resistir e acabou gritando de dor.
Depois de um tempo, a porta do elevador se abriu, e Beatriz saiu calmamente, batendo palmas levemente. Bruna encolhida no canto, com o nariz e o rosto inchados, cabelos em desalinho. Ela, sentindo-se injustiçada, pegou o celular, tremendo, e ligou para Daniel.
— Irmão, a Beatriz me