Na manhã seguinte, desci para beber água e vi Ignácio em casa.
Ele parecia ansioso:
— Está bem?
Quando não havia ninguém por perto, tentou segurar minha mão.
— Não te abandonei de propósito, só ouvi Clarinda...
Interrompi:
— Não precisa explicar, entendi.
Cruzei os braços, deixando claro o recado.
— Paloma, mesmo sem sermos casal, me veja como irmão, não precisa agir assim.
— Irmão? Já tenho o meu, não preciso de outro.
Ele suspirou:
— Carlos está interessado demais em você, tome cuidado, não me