Fernando Duarte:
“Nem eu sei o porquê” — a respondo mentalmente, mas para ela, permaneço em silêncio. Onde eu estava com a porcaria da cabeça quando a trouxe para a minha casa? Agir por impulso, queria provoca-la e agora estamos aqui.
Estou um pouco arrependido, eu não devia ter a trazido aqui e muito menos ter dito para ela mesma preparar o almoço.
O meu coração bate descompassado em meu peito, as minhas mãos estão um pouco suadas e levemente trêmulas. Estou nervoso e uma ponta de culpa me bat