O aperto de Silas em meus ombros era como uma armadilha de ferro. Tentei me desvencilhar, empurrando o peito dele com as palmas das mãos, mas a dor no meu tornozelo recém-recuperado vacilou no chão e eu falhei em ganhar distância. O hálito azedo de uísque inundava o espaço entre nós, fazendo meu estômago revirar em uma associação imediata e dolorosa com o meu passado.
— Me solta, Silas! — ordenei, forçando a voz a soar firme, embora as lágrimas recentes ainda queimassem nos meus olhos. — Nã