A menina ainda estava tímida, mas o brilho nos olhos dela quando ouviu "chocolate" foi inegável.
Ela pegou minha mão estendida, os dedos pequenos e frios.
— Vem comigo — eu disse, levantando devagar.
Levei Alana para a cozinha.
Minha mãe foi atrás, já falando sobre a sopa, sobre os ingredientes, sobre como ia fazer um caldo bem quentinho para todos.
Eu levantei o pano e ouvi Alana soltar um "uau" baixinho.
— É enorme! — ela disse, os olhos brilhando.
— É o bolo favorito da casa — eu expliquei