O quarto estava silencioso, só o barulho das cigarras do lado de fora quebrava o som do ventilador rodando devagar. Eu estava sentada na cama, com o notebook aberto, fingindo trabalhar, mas na verdade, não conseguia parar de pensar em tudo. Alana ria lá na sala, assistindo TV com o meu pai, e por um momento aquele som me deu uma pontada de paz… curta demais.
Uma batida leve na porta me fez levantar o olhar.
— Pode entrar — disse, ajeitando o travesseiro.
Tatiane apareceu no vão da porta, com aq