(Alessandro)
Fazia muito tempo que eu não sentia esse nervosismo. Minhas mãos estavam suando, e eu não conseguia parar de encarar aquela porta branca à minha frente.
Diogo tinha me passado o endereço depois que eu insisti que eu precisava ir atrás do que queria. Eu nem sabia se queria ouvir conselhos, só sabia que precisava ver os dois.
Ajustei a gola da camisa, tentei ajeitar o buquê nas mãos e respirei fundo. Levantei a mão, prestes a bater, quando a porta se abriu de repente. Dei um passo