— Aiii, não vale!
— O que não vale é ficar doente e ter que voltar pro hospital. É isso que você quer?
— Não… — ele respondeu baixinho, negando com a cabeça.
Ela se aproximou com o copinho.
— Então vamos.
Na hora exata que ela tentou dar o remédio, ele virou de novo o rosto e o líquido escorreu… bem no meu braço.
— Droga… — ela resmungou, respirando fundo. — Você acabou de perder a lousa hoje.
— Mamãe! — ele reclamou, mas ela já estava completando o copinho de novo, com movimentos precisos, com