A dor no peito não chegava perto da que eu sentia agora. Era como se meu corpo inteiro estivesse sendo esmagado por dentro, não pela cirurgia, mas por esse maldito sentimento de impotência. Larissa sumiu e ninguém a viu.
E eu aqui, preso numa cama, como um inútil.
Tentei me levantar de novo, empurrando o colchão com os braços, mas a porta se abriu com um baque leve e uma enfermeira entrou.
— Senhor Alessandro, por favor, o senhor precisa se acalmar! — ela correu até mim, a expressão meio assus