— Não… não pode ser. — murmurei, sentindo a boca seca.
— Qual deles? — perguntei, minha voz quase não saindo.
Enrique me olhou e um sorriso debochado surgiu nos lábios dele.
— O de smoking azul escuro.
Olhei outra vez, e minhas pernas quase cederam. Havia dois homens com smoking azul escuro, um deles era Diogo.
— Não… não… — balbuciei, negando com a cabeça.
Enrique inclinou a cabeça, ainda sorrindo, e disse:
— O de cabelo curto.