Diogo não soltava da minha cintura nem por um segundo, como se fizesse questão de mostrar a todos que eu estava com ele. Eu sentia os olhares sobre nós, uns curiosos, outros julgadores, mas a forma como ele me mantinha perto me dava uma segurança absurda.
— Tá tudo bem? — ele se inclinou levemente, a voz baixa só pra mim, enquanto pegava duas taças de champanhe da bandeja de um garçom.
— Tá sim… só um pouco nervosa — confessei, aceitando a taça que ele me entregou.
Ele sorriu de canto, daquele