O abraço do Eduardo foi sólido, real, uma âncora no meio do turbilhão dos últimos dias.
Senti o seu cheiro por um segundo, foi como voltar a ser a irmãzinha que ele protegia. Mas o alívio de vê-lo, de saber que ele estava bem, durou apenas o tempo do abraço.
Quando nos separamos, meus olhos já estavam vasculhando o rosto dele, buscando a resposta para a única pergunta que importava agora.
Ele segurou meus ombros, seus dedos firmes, mas sua expressão… seus olhos estavam sombrios, carregados de