Cap.154

O abraço do Eduardo foi sólido, real, uma âncora no meio do turbilhão dos últimos dias.

Senti o seu cheiro por um segundo, foi como voltar a ser a irmãzinha que ele protegia. Mas o alívio de vê-lo, de saber que ele estava bem, durou apenas o tempo do abraço.

Quando nos separamos, meus olhos já estavam vasculhando o rosto dele, buscando a resposta para a única pergunta que importava agora.

Ele segurou meus ombros, seus dedos firmes, mas sua expressão… seus olhos estavam sombrios, carregados de uma preocupação que ele tentava disfarçar.

Meu coração começou a bater mais rápido, como um tambor de mau presságio no meu peito.

— Edu… a Joyce — minha voz saiu num fio de som, quase um sussurro suplicante. — Fala comigo. Como ela tá? Por favor.

Ele respirou fundo, como se estivesse se preparando para carregar um peso. Olhou para Rafael por uma fração de segundo, como se buscasse apoio, e então voltou seus olhos para mim.

— Ela… ela tá viva. Isso é o mais importante — ele começou, e eu senti
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