— Não vai acontecer, tá tudo bem agora. Vamos ficar juntos.
Então, com movimentos lentos, eu peguei a barra da sua blusa de pijama e a ergui. Ela levantou os braços, permitindo.
O tecido passou por sua cabeça e caiu no chão. Depois, me abaixei, ignorando a facada de dor na perna, e puxei a calça do pijama, que deslizou por suas pernas até seus pés.
Ela ficou ali, nua diante de mim, sob a luz fraca do banheiro.
Eu suspirei. Mesmo com os hematomas, as marcas roxas e amarelas que contavam uma hi