O carro parou na borda do que mal podia ser chamado de rua. Era um beco estreito, entupido de lixo e desespero.
A luz do dia não chegava direito aqui.
O fedor era o primeiro golpe, uma mistura nauseante de mijo, lixo apodrecido e, por baixo de tudo, o cheiro químico e doce de crack sendo queimado em algum canto escuro.
— Espera aqui — eu disse para o segurança do Alessandro, um cara grande e quieto. — Se eu não sair em quinze minutos, você entra. Mas só se não ouvir nada.
Ele assentiu, sua mã