Meus amores, primeiro, desculpe por esse último capítulo. Acabei confudindo e enviando o do outro livro. Infelizmente, não consigo apagar... preciso pedir para a Editora fazer isso. Espero que apague o quanto antes...
Agora, vamos a continuação da do Rafael.
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O quarto vazio da casa tinha um eco frio. Marilene estava amarrada a uma cadeira de metal, o pano ainda na boca, com os olhos arregalados de pânico e ódio por trás da venda.
Seu corpo se contorcia em protestos mudos.
— Tira isso dela — eu ordenei para a Susy, minha voz soando plana no espaço vazio.
Susy obedeceu, arrancando o pano com um puxão seco. No mesmo instante, Marilene inspirou fundo, seu peito se expandindo para soltar um grito.
Mas o som nunca saiu.
O soco da Susy foi rápido, preciso e brutal. O impacto oco contra a mandíbula de Marilene ecoou pelo quarto como um tiro abafado.
A cabeça dela foi jogada para o lado, com um gemido de dor surpresa e raiva escapando antes que ela pudesse se recompo