Enquanto comia, Aldric chegou ao salão, abraçado em seu violão cinza escuro, bem fosco, com cordas prateadas, refletindo a luz.
— Mère! — cumprimentou.
— Mon fils! — Ela sorriu. — É um bom momento… comerá?
— Vinho — dispensou, servindo-se. — Como está? Senti saudades.
— Meus filhos não sentem minha falta, sabe!? — Ela brincou. — Sinto-me abandonada, mas é momentâneo!
— Amamos-lhe, mère! — Sorriu, beijando-a na testa.
— E pensar que era pequenino… — Althea acariciou seus cachos, saudosa. —