Mais um dia se passou e Sigmund despertou aéreo.
Lentamente, pegou um quíton no armário.
O caminho ao banheiro foi ainda mais devagar, dada a incômoda sensação vertiginosa, que o obrigava a apoiar-se na parede enquanto aguardava seu senso de equilíbrio restaurar-se.
Uma intensa dor na cabeça o assolou.
“Não estamos bem, monge… é sério. Peça ajuda!”, disse seu revoltado eu, perturbado, causando-o uma leve hemorragia nasal.
Sigmund foi ao salão principal, zigue-zagando — afinal, já não haviam