Sigmund acordou no quarto de Althea, ela estava prostrada no altar.
Uma dor de cabeça aguda o incomodava. “Tomara que não tenha dormido muito.”, desejou, enquanto sentava.
Refletiu sobre o dia anterior. Para manutenir sua sanidade evitou lembrar dos momentos em que estava “estranho”, afinal a mera lembrança da sensação espalhava arrepios por seu corpo.
Buscando distrair-se, aproximou-se de Althea.
Ela tinha paz no semblante, algumas lágrimas corriam por sua face.
Sigmund se comoveu, mas não