Foi uma hora e meia de cochilo para Ranna, atrapalhado pelos monges entrando com as refeições. Ela banhou-se e ao voltar, Sigmund estava sentando. Ela correu, deixando o que estava fazendo para depois.
— Filho meu, como está?
Ranna observou que o púrpuro olhar do menino fora substituído por um castanho bem claro. Suspirou, preocupada, acariciando seu rosto.
— Sigmund, está bem? — Ela insistiu.
— Bom dia, minha mãe. Estou bem. Faminto. Vou ao banho.
— Precisa de ajuda?
— Acredito que sim, m