LIAM MERCER
O relógio do painel do meu carro marcava três horas e quarenta e cinco minutos da madrugada. A chuva caía com uma violência implacável sobre Nova York, lavando o asfalto escuro e embaçando as luzes de neon da cidade que nunca dorme. O som das gotas grossas batendo contra o para brisa do meu SUV blindado era a única coisa que quebrava o silêncio mortal dentro da cabine.
Eu segurava o volante de couro com tanta força que os nós dos meus dedos estavam completamente brancos e dormente