Claro que eu não transaria com aquele estranho ali, na frente de todo mundo, em uma boate. Se fizesse aquilo, não seria eu.
Eu sabia que estava sob o efeito da bebida. E essa era a parte boa, porque depois poderia usar aquilo como desculpa para mim mesma: tudo o que fiz foi porque não estava sóbria.
Mas o fato de eu não transar com ele não significava que não pudesse beijá-lo. Sinceramente, nunca pensei que um beijo na boca pudesse ser algo tão bom. Tampouco que fosse o pavio que, uma vez aceso