— Meu amor, espere!— ele segurou o meu braço, seus olhos suplicantes.
Respirei fundo, tentando disfarçar minha ansiedade.
— Vamos nos casar. Eu quero que volte a ser uma Martins! Não vamos deixar que uma bobagem dessa nos atinja, querida!
Soltei o ar pela boca e baixei a cabeça.
— Está bem, Romeu, como quiser.
Ele franziu a testa e procurou os meus olhos, inclinando-se.
— Diga que me ama, por favor! Preciso saber se não é uma simples conveniência dessa vez!
Ergui os olhos emociona