Aquela noite foi longa e triste, só Arthur estava feliz. Ele ficou no bar até tarde, depois, um tanto embriagado, bateu na porta do meu quarto.
Estava rolando na cama, sem conseguir dormir, então pulei de sobressalto. Passei na frente do espelho arrumando os cabelos, crente que era o Romeu, que devia estar tão arrasado quanto eu.
Abri totalmente a porta e fiquei surpresa ao ver o Arthur entrar me empurrando para dentro. Ele se jogou na minha cama, me levando junto.
— Pare com isso, Arthur