Augusto releu o mesmo e-mail pela quarta vez.
Não porque fosse complicado.
Não porque exigisse atenção.
Mas porque ele simplesmente não estava absorvendo nada.
Ele apoiou as costas na cadeira e desviou o olhar da tela, deixando-o se perder pela janela do escritório. A cidade seguia em movimento constante, carros cruzando avenidas, pessoas entrando e saindo de prédios, tudo funcionando com a precisão habitual.