Mundo ficciónIniciar sesiónO auditório do Instituto Cultural Montserrat era maior do que Lívia lembrava.
As paredes claras refletiam a luz suave que entrava pelas janelas altas do prédio, e o espaço já começava a se encher de pessoas. Investidores. Curadores. Representantes de instituições culturais. Gente que tinha poder suficiente para decidir quais projetos receberiam apoio nos próximos meses. Lívia chegou às nove da manhã.






