Meus pés pareciam presos ao chão. A lógica gritava para que eu me escondesse, para fingir que nunca vi nada e proteger a mim mesma. Mas, enquanto o som de suas súplicas ficava mais alto, algo dentro de mim explodiu.
— Ei! Solte-a agora!
Minha voz saiu mais firme do que eu esperava, mas o tremor em minhas mãos denunciava meu medo.
O homem parou, virando lentamente o rosto para mim. Ele era enorme, com uma barba espessa e olhos escuros que brilhavam de malícia. A mulher aproveitou a distração e,