O som de batidas firmes na porta me despertou, interrompendo um sonho que já começava a se esvair da minha memória. A voz de Ethan veio logo em seguida, baixa, mas decidida.
— Ei, rapaz, está na hora. Levanta logo, temos um longo dia.
Abri os olhos lentamente, piscando contra os primeiros raios de sol que escapavam pela janela entreaberta. O quarto era modesto, mas aconchegante. Pela primeira vez, talvez na minha vida inteira, eu tinha um teto sobre a cabeça e uma cama quente.
— Já estou indo.