Eu pulei da cama em um pulo, o coração disparado, o suor frio escorrendo pelas minhas costas. Aquele… aquele monstro ainda estava ali. Hariel. O anjo das trevas. O mesmo do meu sonho.
Tentei correr até a porta. Minhas mãos tremiam tanto que mal consegui segurar a maçaneta. Girei. Tentei puxar. Nada. A porta não abria. Tranquei e destranquei. Nada. Estava presa. Comecei a bater, a gritar:
— SOCORRO! ALGUÉM ME AJUDA!
Mas ele riu. Um riso cruel, zombeteiro, que ecoou pelas paredes como um trovão p