A noite estava linda. A lua cheia iluminava o caminho, e o vento tocava minha pele enquanto eu galopava devagar, sem pressa de chegar. Talvez eu só estivesse evitando entrar em casa e me sentir sozinha.
A tarde com Mateus tinha sido boa. Relembrar os tempos da fazenda onde morávamos trouxe uma nostalgia dolorida… um tempo que não volta mais. Nunca mais.
Fiquei me perguntando o que Álvaro estaria fazendo agora. Será que sentia minha falta? E se não quisesse mais voltar?
Só de pensar nisso, um de