Quando voltei à cozinha, Maria estava finalizando o café dos patrões.
— Bom dia, Mariazinha — disse, apertando suas bochechas. Ela sorriu.
— Bom dia, menina. Está atrasada, viu? — resmungou.
— Eu sei, mas me atrasei porque a Maricota fugiu do galinheiro, e deu um trabalho danado pegar aquela fujona.
Ela pegou o bule.
— Tudo bem. Agora pega essa jarra de suco e a garrafa de café, e vem logo, que os patrões já estão sentados na mesa esperando o café da manhã.
Acenei concordando e fiz como ela pediu, acompanhando-a até a sala de jantar. Quando entrei, fiquei feliz ao ver dona Catarina ali. Mas meu sorriso logo se desfez quando vi aquele almofadinha, com a cara de poucos amigos virada pra mim. Maria colocou o bule e a travessa de bolo na mesa e se retirou. Em seguida, me aproximei.
— Bom dia, senhores — cumprimentei, depositando a jarra e a garrafa sobre a mesa.
Catarina se levantou e me surpreendeu com um abraço caloroso.
— Bom dia, Ceci. Como vai? — perguntou, sempre de bom humor.
— Bem